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Felizmente Há Luar!
Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.
Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.
O Conto da Ilha Desconhecida
Leitura recomendada para o 8.º ano de escolaridade
A Menina do Mar
Livro recomendado para o 5.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.
Sopa de Pedra
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com Artes nos 3.º, 4.º, 5.º e 6.º anos de escolaridade.
Guerra e Paz - Volume II
A invasão da Rússia por Napoleão em 1812 serve como cenário principal ao mais célebre romance de um mais notáveis escritores de todos os tempos. A história abre em 1805, durante uma festa na casa de Anna Scherer, a dama de honra da imperatriz. As classes superiores de São Petersburgo estão preocupadas com Napoleão.
Ciclone Diário de uma Montanha-Russa
O diário alucinante de quatro adolescentes, em diferentes épocas e cantos do mundo, todos com uma montanha-russa em comum.
Quatro pessoas, quatro épocas, quatro lugares no mundo e uma montanha-russa: Ciclone. Dois rapazes, M. e Bernardo, e duas raparigas, Carla e Anabela, entre os 13 e os 19 anos, vão escrevendo os seus diários.
Dos anos 70 até ao presente, páginas de loopings, subidas e descidas alucinantes, suspensões, expectativas, impressões e desilusões.
Ciclone é uma atracção com 26 metros de altura, mas também a montanha-russa que todos já experimentámos, ou experimentaremos, ao caminhar para a idade adulta.
Um diário de emoções, inspirado no texto do espectáculo Montanha-Russa, de Inês Barahona e Miguel Fragata, agora em reposição no Teatro Nacional Dona Maria II, em Lisboa.
Serotonina
Romance lírico, irónico, cruel, cirúrgico e profético, Serotonina é uma radiografia do futuro que nos espera, atravessada pelo olhar sempre provocador de Michel Houellebecq.
Florent-Claude Labrouste tem quarenta e seis anos, é funcionário do Ministério da Agricultura e detesta o seu nome. Divide o apartamento na periferia de Paris com Yuzu, a namorada japonesa, muitos anos mais jovem. Cínico, profundamente desesperançado e intimamente só, tudo lhe parece insuportável: a França está à beira do precipício, a Europa ameaça ruir, a sua vida é um beco sem saída.
As Coisas
As coisas estão antes e depois das palavras. E, portanto, da poesia. As coisas são talvez indizíveis, mas o poeta tenta dizê-las. Consegue? Talvez sim, umas vezes, não, outras; ou apenas parcialmente. Talvez a poesia mais não seja do que neblina sobre as coisas, elas próprias, claras e evidentes.
Como havemos de dizer - e escutar - as coisas?
As Coisas é o segundo livro de poesia de Raúl Caeiro, e também o vencedor da 1 a Edição do Concurso de Poesia da Oficina da Escrita. Livro esse que mereceu a atenção do júri pela sua construção poética e pela sua linguagem simples, mas profunda, capaz de despertar todos os sentidos do leitor.
Hans Christian Ohlsen
Hans Christian Ohlsen é a personagem principal da obra escrita de Bruno Pimentel, que conhece uma artista norte-americana em Copenhaga e, ao mesmo tempo, Hans Christian, é premiado com o Nobel de literatura.
Clube de Sonhadores e Aspirantes a Sonhadores
«Sentadas numa manta, propositadamente colocada no chão para o efeito, estavam as crianças, de olhos arregalados, sem pestanejar, para não perderem nada do que ali se iria passar. Os mais pequenitos estavam no colo da mãe ou do pai. Os adultos exibiam a mesma curiosidade e atenção dos mais novos. (...) Incrível! Ela nem queria acreditar no que viam os seus olhos.»
Deixa-te embrenhar nesta história. Não te vais arrepender.
Talvez... Uma Caixa de Memórias
Talvez… Uma Caixa de Memórias conta a vida de Maria Eduarda e de quem a rodeia. Fala dos costumes, tradições, histórias dentro da História e dos vários ambientes sociais desde os finais dos anos 50, do século XX.
Maria Eduarda, é este o nome da protagonista, faz deslizar uma espécie de fita do tempo diante dos leitores. Nesta fita do tempo regista observações e o seu interesse por ela Certos acontecimentos passados, inclusivamente na infância, ficaram gravados na boa memória desta personagem, ávida pelo conhecimento desde criança. Maria Eduarda é também cheia de dúvidas e preocupações com o mundo em que vivemos e, por isso, coloca muitas interrogações a si mesma e ao leitor.